+ referência bibliográfica

“Performatividade”, texto de Joana Plaza Pinto originalmente publicado na Revista Cult.

Alguns trechos a serem destacados:
“a performatividade é um conceito em desenvolvimento, mutante de sua própria performance teórica, política e editorial, uma instabilidade legada obliquamente de Austin e de sua obra “paciente, aberta, aporética, em constante transformação”.
“uma teoria da ação”
“característica performativa que reside a sua possibilidade de contestação”
“originalidade antilogicista”
“a iterabilidade é a propriedade do signo de ser sempre outro na sua mesmidade, a repetição na alteração; a citacionalidade é a propriedade do signo de ser retirado de seu contexto “original” e deslocado para outro, produzindo, por isso mesmo, significado”.
“gênero performativo como atos repetidos, que são, por isso mesmo, alterações sem origem, citações ou paródias”
“o ato performativo como propriedade da constituição do gênero e, mais tarde, do corpo e das normas em geral, sua repetição como forma de alteração, sua citação como deslocamento”
“performatividade é finalmente um termo mais útil do que ‘construção’ ”
“força do ato”
“preocupada com os modos de subjetivação”.
“produzir espaços de articulação, de deslizamento, e pontos de descontinuidade”

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